Como escolher o tipo de copo ideal para cada bebida

Aprenda como usar cada opção e acerte em cheio na apresentação e na degustação de diferentes bebidas

copos

Reunir a família e os amigos pede uma decoração e cardápios caprichados, de modo que o momento seja ainda mais especial. Para acertar em cheio, saiba que os preparativos vão muito além da seleção de vinhos e drinks. A degustação depende, inclusive, da escolha das taças, para que não interfiram em fatores como aromas, coloração e sabor. Pensando nisso, preparamos uma seleção completa com descrições sobre como os diferentes materiais, formatos e tamanhos podem influenciar a experiência de cada convidado.

O material faz toda a diferença

As taças de cristal já são conhecidas por sua elegância e sofisticação, mas não é só por isso que elas apresentam vantagem em relação às de vidro. As propriedades que formam o cristal o tornam mais leve e sonoro. O chumbo dá porosidade, o que influencia diretamente na degustação da bebida. O motivo? As moléculas quebram ao se chocarem com a parede da taça, o que libera com mais facilidade as características olfativas, potencializando a experiência de apreciação da bebida.

Além disso, por ser mais fino, o cristal faz com que a temperatura não impacte a degustação. Outro ponto importante é a transparência, que facilita a visualização de todas as nuances de cores, tornando todo o processo completo — da experiência visual até o paladar.

Vinhos

(Fonte: Pixabay)

O tipo de taça ideal depende do tipo de vinho que será servido. Para o branco ou o rosé, ela é menor porque a bebida deve ser servida aos poucos, mantendo a temperatura sempre gelada. Já no caso dos vinhos tintos, os bojos são maiores porque é preciso contato com o oxigênio para liberar o sabor e o aroma.

Embora elas sejam diferentes, há itens em comum: as hastes devem ser longas, para que o convidado não a segure pelo bojo e interfira na temperatura. Além disso, em todos os casos, as bebidas devem ocupar aproximadamente um terço da capacidade da taça.

Espumantes

(Fonte: Pixabay)

Para os espumantes, a taça ideal deve ter o formato de flauta, com design fino e elegante. Mas, além da estética, o estilo alongado do bojo ajuda a reter a espuma e o aroma, potencializando a sensação refrescante. Assim como no caso das taças de vinho, as de espumante também devem ter hastes longas para preservar a temperatura, mas podem ser servidas com cerca de dois terços da bebida.

Martínis

(Fonte: Pixabay)

A regra é a mesma de vinhos e espumantes: hastes longas para evitar que a bebida esquente. A diferença está no formato; para o martini, é triangular. O bojo é bem aberto, o que permite enfeites no copo, dando mais charme ao drink.

Whiskys

Fonte: Pixabay

Bebida forte e encorpada, o whisky pede uma taça mais robusta, como a do tipo old fashioned  ideal para whiskys, caipirinhas e negronis.

Cervejas

(Fonte: iStock)

Assim como há uma grande carta de variedades de vinho, existe uma diversidade enorme de cervejas e, para cada tipo, há uma taça mais indicada. Porém, também é possível “padronizar” para atender à principal demanda dessa bebida: a espuma. Por isso, dê preferência àquelas em formato tulipa, porque elas favorecem a formação de espuma da cerveja.

Água

(Fonte: Pixabay)

Não podemos nos esquecer da água, não é mesmo? Diferente das taças de vinho, as de água devem ser mais altas e com um bojo maior. Já as hastes podem ser mais curtas, porque a temperatura não influencia diretamente na experiência de degustação.

 

Autoria: Adrieli Evarini.

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